Estava quase chegando , quando percebi a loucura que fazia. Mas gostei da mudança. Desde que ele acertou ,na primeira, minha idade , uma bobagem , maior ainda quando tentou explicar sua teoria sobre tal façanha , deixei de lado a sisudez e resolvi arriscar. Eram 23h00s , o celular tocou e logo fui dando desculpas sobre o meu atraso. O lugar não era ruim ,mas o pessoal totalmente diferente do meu habitué. Não liguei , embora a preocupação com a discrição fosse maior naquele ambiente nem um pouco convencional. A música começou e fomos eu e ele para a pista , acompanhados de uns amigos. O som ? Samba-rock , puxada pelo vozeirão de Paula Lima. É , afinal , não estava tão chato assim. Não me senti um peixe fora d´agua. Cantei e dancei aos pés daquele homem fumando um cigarro , bebendo sua cerveja e me fuzilando de desejo. Uma necessidade que eu senti ao ser agarrado numa das cabines do banheiro minutos depois. Tínhamos de sair dali. Fugir. Pra onde? Minha casa , claro. E no arfar de subir pelo elevador ele me agarrou nem se importando com as câmeras de segurança no prédio. Entramos , eu já bêbabo , ele também , depois de fumarmos um “cachimbo da paz “ , no caminho. Sentia-me leve , revigorado ,mas tinha que amar naquele momento. Estava agressivo , ao contrário do que diziam depois de experimentar a coisa. Fui com tanto furor que acabei rasgando sua camiseta. Queria ele a todo custo e o mais rápido possível. Ele me puxou pelo braço, jogou meu corpo sobre a cama , subiu em cima de mim e começou a acariciar meu corpo já nu. Seu pau latejava . Arranquei sua bermuda , empurrei ele pra fora . Dei uma rodadinha pela cama só pra senti-lo sussurar de desejos. Ele abaixou a cueca e começou a se masturbar. Chamei ele de volta , peguei a camisinha na gaveta. Coloquei com a boca. Ele tremeu de satisfação. Rimos , pois fui meio desajeitado , mas fiz com tanta volúpia que ele quase gozou. O bom é que os homens mais velhos tem o domínio da situação. Num pulo ele me virou e foi sobre minhas costas. Acariciou-me. Pausa . Respirei fundo. Ele disse “ Posso ?” Olhei pra ele e dei um sorriso. Com força e jeito ele me penetrou , colocou-me de quatro e foi socando lentamente. O prazer era tanto que não perdi a ereção, Não queria sair dali. Mudamos de posição. Ficar cara a cara com ele excitou-me mais. Ganhei o seu prazer , completo , vendo-o gemer bem alto naquele gozo final , seguido do meu tão forte quanto. Perdi as forças e dormi...Duas horas depois acordei com ele ao meu lado. Sabia que aquela situação não poderia continuar. A dor de cabeça da ressaca e da droga dominou-me , mas não resisti ao seu gesto de quero mais .Dessa vez mais envolvente , calma e não menos prazeroso. Venci o medo, o sofrimento e a neuras de um futuro incerto e tive uma intensa e marcante noite de luxúria.
8 comments:
Só posso usar uma expressão bem comum na minha terra... 'Deus benza'!!!!
olha..tô gostando de ver...se isto nao for ficção...o sr. ale lima está entrnado numa nova fase...tipo...
se meu apartamento falasse (risos)
vc copiou isso do livro da bruna surfistinha??? eheheheh.
Tipo assim!?!?!?!?!
Qual o nome do bofe?
Onde fica esse baile?
hahahahahaha
Arrasou!!!
Hummmmmmmmmmm que excitante!!!!!!!!
Olha, do com "Suxi" ahahhahaah abraços
CLAP! CLAP! CLAP! É ISSO AÍ! QUE SE REPITA MUITAS VEZES!
Gente, inaugurou o abatedouro com muita classe e luxúria, hein?
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